Grupo apresentou-se na primeira Agritech Show Luanda como comprador de trigo, milho, arroz, soja e óleos brutos de palma para as suas unidades industriais. Feira decorreu de 1 a 4 de Outubro na Fazenda da Quiminha, no Icolo e Bengo, com mais de 60 expositores e cerca de cinco mil profissionais
O Grupo Naval manifestou disponibilidade para estabelecer contratos de fornecimento de médio e longo prazo com produtores comerciais, cooperativas e agricultores familiares, apresentando-se como comprador de matéria-prima agrícola nacional.
A posição foi assumida na primeira edição da Agritech Show Luanda, que decorreu de 1 a 4 de Outubro na Fazenda da Quiminha, município do Cabiri, província do Icolo e Bengo, e reuniu mais de 60 expositores e cerca de cinco mil profissionais do agronegócio.
As matérias-primas abrangidas são o trigo, destinado à moagem e à produção de farinha e massas alimentícias; o milho, para a indústria alimentar e para rações; o arroz, para descasque, processamento e distribuição; a soja, para produção de proteína destinada a rações animais e de óleo bruto; e os óleos brutos de palma, destinados à refinação na Refitec.
O administrador do Grupo Naval, Hélder Caetano, sustenta que o produtor precisa de um parceiro que lhe garanta mercado. Segundo o responsável, o compromisso passa por “transformar a produção nacional nas nossas fábricas, reduzir importações” e contribuir para uma cadeia de valor mais sustentável.
O Grupo Naval é um grupo empresarial angolano com actividade em vários sectores. Em Setembro, a Everywhere Angola, empresa do grupo, assinou com o Banco de Desenvolvimento de Angola um instrumento para a instalação de uma unidade industrial de processamento de grãos de soja, ao abrigo da linha de crédito do Deutsche Bank.


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