Dados da ARSEG são o pano de fundo da conferência da Economia e Mercado sobre massificação da poupança para a reforma, amanhã, no Hotel Epic Sana. Encontro abre às 8h30 com o administrador executivo do regulador, Aldemiro Gonçalves, e reúne especialistas de Angola, Portugal e Moçambique
O número de fundos de pensões em Angola passou de 41, em Março de 2025, para 46 no primeiro trimestre deste ano, segundo dados da Agência Angolana de Regulação e Supervisão de Seguros.
Dos 46 fundos, 35 são fechados e 11 abertos, o que significa que a esmagadora maioria se destina a grupos empresariais ou profissionais específicos e não ao público em geral. Os fundos estão distribuídos por nove entidades gestoras, numa média de cinco por entidade.
Estes números enquadram a terceira edição da conferência “Fundo de Pensões”, promovida pela revista Economia e Mercado, que decorre amanhã, sexta-feira, a partir das 8h30, no Hotel Epic Sana, em Luanda, sob o tema “Como Massificar a Poupança para a Reforma?”.
O programa centra-se na inclusão, na literacia financeira, na confiança e na criação de soluções de poupança adequadas às diferentes realidades dos trabalhadores e das empresas, bem como nas estratégias para transformar a expansão do sector numa cultura de poupança de longo prazo.
A abertura cabe ao administrador executivo da ARSEG, Aldemiro Gonçalves, seguindo-se intervenções de Albertina Napita, directora de Vida e Fundo de Pensões da Nossa Seguros, de Ana Salcedas, da EY Portugal, sobre práticas portuguesas, e de Esselina Macome, presidente executiva da FSD Moçambique, sobre casos africanos. O encontro termina com uma mesa-redonda que junta o economista Alves da Rocha, o presidente executivo da EMIS, Duano Silva, e as duas oradoras internacionais.





