Selo “Made in Angola” é lançado hoje na Maior Bolsa de Negócios

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O Instituto Nacional das Micro, Pequenas e Médias Empresas (INAPEM) está a representar na 40.ª edição da Feira Internacional de Angola (FILDA)2025 grande parte dos produtos nacionais e vai apresentar, hoje, o selo “Made in Angola”, para a classe empresarial.

Trata-se de uma medida que visa promover a competitividade e exportar os produtos nacionais.  

O projecto, que se enquadra no âmbito da diversificação económica, tem apostado fortemente nas variedades de produtos para atender o mercado interno e externo.

O fomento da produção nacional continua a ser o tema em destaque do Governo de Angola, com o foco na garantia da Segurança Alimentar e a aposta na exportação dos produtos Feitos em Angola, facto que é visível na FILDA, que conta com uma representação de 80 por cento de empresas nacionais, proprietárias de indústrias transformadoras e fazendas agrícolas.

Diferente dos já existentes, segundo informou a administradora executiva do INAPEM, Ana Celeste, o selo tem as mesmas caracterizações, mas com a grafia diferente.

No stand do INAPEM estão a ser expostos perto de três mil produtos já certificados e com selo Feito em Angola, número, também, controlado e inscrito na plataforma da instituição. Estão inscritos, também, na plataforma, 550 empresas associadas.

Quanto ao selo novo, Ana Celeste informou que está a ser atribuído a algumas empresas, uma média de 10 apostam no processo de exportação.

“Vamos apresentar à classe empresarial e lançá-la oficialmente para que mais empresas se beneficiem e consigam exportar os produtos nacionais para outros mercados”, sublinhou.

Critérios de adesão

Em relação aos critérios de adesão, disse que são os mesmos, embora este seja especialmente para empresas que estão a internacionalizar os seus produtos. Relativamente à produção nacional, Ana Celeste reconhece que o país regista hoje um crescimento significativo, volume considerável, o que é visível na Feira Internacional de Angola de hoje, em relação às edições passadas, em que eram expostos mais produtos importados.

Diferente dos dias de hoje, sublinhou, a tendência começa a inverter-se, porque Angola regista grande número de produtores nacionais que já disponibilizam vários produtos e têm mostrado que são capazes de produzir bens essenciais com qualidade e quantidade para atender o mercado interno e externo.

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