Angolana Nádia Feijó lidera expansão do Compliance Women Committee na África Lusófona

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A jurista angolana Nádia Feijó foi designada coordenadora da expansão do Compliance Women Committee (CWC) para a África lusófona. A iniciativa, que abrange Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe, tem como objectivo principal capacitar e apoiar mulheres nesses países em temas cruciais como Governança, Riscos, Compliance e ESG.

De acordo com uma nota chegada a nossa redação, em conjunto com Juliana Oliveira Nascimento, fundadora e CEO do CWC, e com a aprovação do Conselho do Comité, foi desenhada uma estratégia focada no fortalecimento da rede de apoio feminino nos mercados emergentes da África lusófona. A iniciativa pretende não apenas empoderar as mulheres desses países, mas também desenvolver lideranças e parcerias locais que impulsionem a sustentabilidade e a inclusão no ambiente corporativo.

Para Nádia Feijó, continua a nota, o desafio é uma oportunidade única para unir mulheres e promover um ambiente de crescimento e cooperação: “Estou comprometida em fazer desta missão um marco para a expansão e consolidação da mensagem do Compliance. Mulheres angolanas, moçambicanas, cabo-verdianas, guineenses e são-tomenses, conto com o vosso apoio e entusiasmo. Juntas, podemos construir uma rede de apoio sólida, promover parcerias estratégicas e fomentar o desenvolvimento de líderes comprometidos com um ambiente corporativo inclusivo e sustentável”, lê-se.

Fundado em setembro de 2017 por  Anne Caroline Prudêncio e Juliana Oliveira Nascimento, o Compliance Women Committee (“CWC”) é uma associação sem fins lucrativos, composta por profissionais mulheres da área de compliance. O CWC tem como objetivo promover o desenvolvimento de negócios e profissional, empoderamento, programas de mentoria e networking das profissionais mulheres que atuam em compliance. O CWC abrange mais de 1000 profissionais mulheres da área do compliance, em vários países, com representantes tanto no setor público quanto privado, incluindo escritórios de advocacia, consultorias, pequenas empresas, associações, multinacionais e departamentos e agências públicas.

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