Paratus leva ao mercado angolano do petróleo conectividade por satélites de órbita baixa

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Solução OneWeb assenta numa constelação a cerca de mil quilómetros de altitude, contra os 35.786 quilómetros dos satélites geoestacionários, com menor tempo de resposta na comunicação. Tecnologia destina-se a instalações remotas, monitorização de operações e sistemas que dependem de transmissão contínua de dados

A Internet Technologies Angola, detentora da marca Paratus, apresentou na conferência Angola Oil & Gas uma solução de conectividade por satélites de órbita terrestre baixa dirigida às operações de petróleo e gás.

A OneWeb assenta numa constelação posicionada a cerca de mil quilómetros da Terra, contra os 35.786 quilómetros a que operam os satélites geoestacionários — uma proximidade cerca de 36 vezes maior, que reduz o tempo de resposta da comunicação e permite ligações de maior velocidade.

No sector petrolífero, a empresa aponta como aplicações a ligação de instalações remotas, a comunicação entre equipas no terreno, a monitorização de operações e o suporte a sistemas que dependem de transmissão contínua de informação. A solução pode ser usada como ligação principal, como redundância ou integrada em redes híbridas.

Fora do petróleo e gás, a empresa identifica potencial de aplicação na mineração, na agricultura, nos transportes e em operações empresariais fora das zonas de cobertura convencional.

A Internet Technologies Angola opera no mercado há mais de 20 anos, deu origem ao Grupo Paratus e conta com mais de 230 colaboradores e escritórios em Luanda, Benguela, Cabinda, Huambo, Lubango e Saurimo. Assegura cobertura nacional com fibra, microondas e satélite, e opera dois centros de dados Tier III.

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