Azule Energy junta-se a Rhino para exploração do Bloco 2914 A

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A petrolífera Azule Energy e a Rhino Resources, celebraram, ontem, uma parceria, para a exploração do Bloco 2914A (PEL 85), no offshore da Namíbia, lê-se num comunicado a que à Revista Outside teve acesso.

Com este acordo, a Azule Energy ficará com 42,5% do Bloco 2914 A, dos 85% que a Rhino Resources no Bloco 2914 A, localizado ao largo da bacia Orange da Namibia, onde desde 2022 foram feitas várias descobertas de petróleo.

Além da Rhino, o grupo empreiteiro é composto também pela Namcor Exploration and Production e a namibiana Korres Investiments.

Até final de 2024, segundo o programa de trabalho, foi planeado a perfuração de dois poços de alto impacto.

Citado na nota em posse desta revista, o CEO da Azule Energy, Adriano Mongini mostrou entusiasmado com este avanço. “A nossa entrada no offshore da Namíbia representa um marco significativo para a Azule. Estamos entusiasmados por entrar nesta região de grande prospectividade de hidrocarbonetos e participar na pesquisa do potencial de petróleo e gás da Namíbia. Este investimento está alinhado com a visão da Azule Energy de tornar-se um líder regional na exploração de energia e destaca o seu empenho no desenvolvimento de recursos de forma segura e fiável”, perspectivou.

“A assinatura deste acordo estabelece as bases para uma nova parceria estratégica entre a Rhino e a Azule. Esta parceria baseia-se num esforço mútuo para acelerar as actividades de pesquisa no bloco, com o objectivo de desenvolver o potencial de hidrocarbonetos no menor tempo possível. Acreditamos que as capacidades excepcionais da Azule de rápida mobilização de recursos técnicos e financeiros complementarão os nossos objectivos de oferecer criação de valor, beneficiando todos os stakeholders namibianos”, disse Travis Smithard, CEO da Rhino Resources.

A Azule Energy, que nasceu em 2022, da fusão entre a britânica BP e a multinacional italiana, Eni, é actualmente o maior produtor independente de petróleo e gás em Angola, com o aumento da produção própria para cerca de 250 mil barris equivalentes de petróleo/dia nos próximos quatro anos.

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