Delegação do Programa Alimentar Mundial e da UNICEF visitou o Porto do Lobito para conhecer os projectos ligados ao corredor e as necessidades das comunidades abrangidas, Missão abordou infra-estruturas, serviços e desenvolvimento económico e social nas cinco províncias atravessadas pelo corredor.
Uma delegação das Nações Unidas, integrada por representantes do Programa Alimentar Mundial (PAM) e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), visitou terça-feira, 15 de Setembro, o Porto do Lobito, em Benguela, para conhecer os principais projectos e desafios associados ao desenvolvimento do Corredor do Lobito.
A delegação foi recebida pelo administrador executivo do Porto do Lobito, Cristiano Sobrinho, acompanhado pela administradora para a área de Finanças, Maria Madalena. Durante o encontro, foram apresentadas informações sobre o papel do porto como plataforma logística e comercial de ligação entre Angola e outros países da região.
Desenvolvimento económico e social
As discussões abrangeram igualmente os principais desafios e necessidades das cinco províncias abrangidas pelo Corredor do Lobito. Entre as prioridades identificadas estiveram iniciativas destinadas a promover o desenvolvimento económico e social, reforçar as infra-estruturas e melhorar os serviços prestados às comunidades das regiões Centro e Sul de Angola.
A presença do PAM e da UNICEF coloca também as questões sociais e de apoio às comunidades dentro do acompanhamento internacional do corredor. A visita não se limitou à componente logística do Porto do Lobito, tendo incluído temas relacionados com as condições de desenvolvimento das populações abrangidas pela infraestrutura.
No final da missão, a delegação realizou uma visita panorâmica às instalações portuárias a partir do edifício-sede da Administração Portuária. O percurso permitiu observar os terminais Mineraleiro e Polivalente, bem como a Baía do Lobito.
A missão ocorre num momento em que o Corredor do Lobito é apresentado como uma plataforma logística com impacto para Angola e outros países da região. No caso do Porto do Lobito, os desafios passam não apenas pela movimentação de cargas, mas também pela capacidade de a infraestrutura contribuir para o desenvolvimento económico e social das comunidades ao longo do corredor.





