Programa promovido pela Dream Records Entertainment decorreu entre 3 e 7 de Agosto no Liceu 14 de Abril, na Centralidade do Kilamba, em Luanda. Promotora não divulgou idades dos participantes, critérios de selecção, custos de inscrição nem calendário das próximas turmas
Quarenta e cinco crianças concluíram esta semana cinco dias de actividades práticas em programação, inteligência artificial, robótica e artes, numa iniciativa privada realizada em Luanda.
O programa, designado Next Kids Bootcamp, foi promovido pela Dream Records Entertainment e decorreu entre 3 e 7 de Agosto no Liceu 14 de Abril, na Centralidade do Kilamba. A promotora apresenta-o como a primeira edição da iniciativa.
Ao longo da semana, segundo a organização, os participantes realizaram actividades práticas, testaram ferramentas e contactaram com profissionais nacionais e estrangeiros de áreas como informática, electrónica, energia e inteligência artificial. O programa incluiu ainda uma componente artística, orientada para a expressão visual e para a identificação de aptidões individuais. A promotora sustenta que a prioridade dada à experimentação estimulou a curiosidade, o pensamento crítico e a criatividade dos participantes, alargando as suas referências profissionais.
O director do projecto, Sebastião Vemba, afirmou que o objectivo passa por colocar as crianças em contacto com profissionais de diferentes áreas, para que conheçam novas oportunidades, desenvolvam competências e compreendam de que modo a tecnologia pode contribuir “para o seu futuro e para o desenvolvimento do país”.
A Dream Records Entertainment prevê realizar novas turmas nos próximos meses, sem indicar datas, número de vagas ou locais. Também não foram divulgadas as idades das crianças abrangidas, os critérios de selecção dos participantes, a existência ou não de custos de inscrição, nem a identificação dos formadores e das instituições que representam — elementos que permitiriam aferir o alcance e a natureza da iniciativa.
A primeira edição contou com o apoio da LinkedIn AO e da ZAP, esta última responsável pela conectividade do evento, segundo a promotora, que não especificou o teor dos apoios prestados.








