Polígrafo África. Nasceu hoje o Jornal online de fact-checking dedicado ao PALOP

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Por: Maurício Vieira Dias, Director Executivo do Polígrafo África

Hoje, dia primeiro de Outubro de 2024, é uma data marcante e de conquista para o jornalismo, em geral, e para os cinco Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), em particular, pelo facto de estar a ser lançado o primeiro projecto editorial dedicado sobretudo à verificação de factos no ecossistema mediático da lusofonia africana. Trata-se do Polígrafo África, jornal online de fact-checking comprometido com a verdade.

O Polígrafo África é uma extensão do bem-sucedido Polígrafo Portugal, criado pelo jornalista Fernando Esteves, em 2018.

A redacção central do Polígrafo África está em Angola. Entretanto, o jornal conta com uma vasta rede de jornalistas residentes em Cabo Verde, na Guiné-Bissau, em Moçambique e em São Tomé e Príncipe.

Diariamente a equipa do Polígrafo África acompanha um conjunto alargado de personalidades cujas intervenções têm relevância pública. Falamos de políticos, de comentadores, de “influenciadores”, de artistas e até de agentes do meio desportivo.

Além das informações que a nossa equipa de jornalistas no dia-a-dia selecciona directamente a partir de várias fontes (posts em redes sociais, telejornais, intervenções públicas, etc.), o Polígrafo África também está aberto a sugestões dos leitores de cada um dos cinco países africanos que têm o português como língua comum, desde que nos enviem pedidos de fact-checks através dos vários canais que temos disponíveis para o efeito no nosso site.

O Polígrafo África tem como princípio elementar o apuramento da verdade dos factos. Somos contra a difusão de falsidades, manipulações e demais exercícios de desinformação.

No Polígrafo África existirão factos, factos e factos. Não haverá julgamentos sumários. Teremos, sim, confronto de ideias, uma vez que nos dedicamos exclusivamente à exibição pujante da verdade.

No Polígrafo África não haverá jornalismo monocromático – porque a realidade nem sempre é preta ou branca.

No Polígrafo África não haverá, por fim, narrativas pré-estabelecidas – de nossa parte, contem antes com um esforço apaixonado para se chegar à verdade.

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