A Afrikanizm Art, startup angolana dedicada à promoção da arte contemporânea africana e afro-descendente, anunciou a formalização de parcerias estratégicas com galerias internacionais nos Estados Unidos, França, Itália, Portugal, Polónia, Gana e China. A iniciativa, liderada pelo luso-angolano João Boavida, posiciona a plataforma como um hub global que conecta artistas, galerias e coleccionadores, ampliando a visibilidade e a valorização da Black Art no mercado mundial.
Numa primeira fase, as colaborações irão centrar-se no reforço da capacidade de comercialização das galerias através da plataforma digital da Afrikanizm e na participação em exposições conjuntas. Numa etapa subsequente, os acordos permitirão desenvolver obras colaborativas e potenciar o alcance internacional de artistas representados, consolidando um movimento de profissionalização e inclusão no sector.
As galerias parceiras incluem a Alessandro Berni Gallery (Nova Iorque), a Gallery Soview (Acra), a Lis10 Gallery (Paris, Hong Kong e Arezzo), a The EAAE Gallery (Estetino) e a This is Not a White Cube (Lisboa e Paris). Segundo João Boavida, CEO da Afrikanizm, “estas alianças reforçam não apenas a presença global da arte africana e da diáspora, mas também a criação de um mercado mais inclusivo, com impacto económico real e novas oportunidades para artistas e coleccionadores”.
Fundada em 2021, a Afrikanizm representa actualmente mais de 200 artistas em 18 países africanos, com centenas de obras catalogadas numa plataforma digital que alia curadoria especializada, diversidade de estilos e rigor profissional. Ao adquirir obras através da plataforma, coleccionadores e entusiastas de arte contribuem para um modelo sustentável que apoia artistas e galerias e promove um impacto social positivo.








