“É possível fazer melhor, é possível dedicar uma parcela ainda maior do orçamento na Educação e Saúde, mas temos consciência de que vamos conseguir fazer à medida que formos capazes diversificar a economia”, vincou a ministra das Finanças, que falava no espaço “Conversas 100 Makas” conduzido pelo jornalista e economista, Carlos Rosado de Carvalho.
Vera Daves de Sousa explicou que o alcance desta meta dependerá do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e do aumento das receitas fiscais, factores que poderão criar maior margem orçamental, reduzir a pressão sobre o endividamento e permitir o reforço da despesa social.
“Por isso, temos de ser assertivos nas escolhas dos projectos que financiamos. A qualidade da despesa é fundamental, o que exige o empenho e a responsabilidade de todos”, acrescentou.





