Na 1.ª Conferência Prisma Económico sobre “Finanças Sustentáveis”, realizada pelo ontem pelo BAI em Luanda, a PCA da Academia BAI defendeu a confluência de esforços entre instituições de formação, mercado e sociedade para a valorização profissional do talento angolano. Durante o fórum, Noelma Abreu indicou que, em 2025, a Academia BAI lançou 286 licenciados no mundo laboral.
“É, sim, possível que formação, a sociedade e o mercado se interliguem para criar oportunidades concretas de desenvolvimento profissional”, defendeu ontem a PCA da Academia BAI, durante a primeira conferência da revista Prisma Económico, publicação do BAI.
Durante a participação no painel “Inclusão financeira, educação e impacto comunitário”, Noelma Abreu sustentou a sua visão no próprio trabalho da Academia BAI. “Desde o início da formação académica, em 2017, com 320 estudantes e duas licenciaturas, a Academia BAI tem vindo a consolidar o seu impacto no mercado de trabalho. No último ano, 286 licenciados foram integrados em diferentes organizações, demonstrando como a formação, a sociedade e o mercado se interligam na criação de oportunidades concretas de desenvolvimento profissional”, comentou.
A Academia BAI surgiu em 2012 com a meta de formação profissional, promoção do conhecimento e desenvolvimento contínuo de competências. Cinco anos mais tarde, em 2017, criou o Instituto Superior de Administração e Finanças (ISAF), que conta com licenciaturas em Gestão Bancária e Seguros, Contabilidade e Finanças, e Informática de Gestão Financeira.
Para além do ISAF, a instituição criou a Academia Executive Education (AEE), focada na formação de líderes empresariais.
A 1.ª Conferência Prisma Económico, que decorreu hoje em Luanda sob o tema “Finanças Sustentáveis”. Promovida pelo BAI e pela revista Prisma Económico, a conferência contou com os painéis “Transição energética, risco climático e produtos ‘verdes’”, “Inclusão financeira, educação e impacto comunitário” e “Regulamentação, compliance e inovação – Mercados regulados”.




