Sonangol e a TotalEnergies cooperam para acelerar a detecção e redução das emissões de metano e CO2

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No compromisso para identificar, quantificar e reduzir as emissões de metano das suas actividades, a Sonangol, através da sua Unidade de Exploração e Produção e a TotalEnergies assinaram no dia 25 de Outubro um Acordo de Cooperação para lançar uma campanha de detecção de metano com o recurso a um drone.

A campanha-piloto inicia em Novembro próximo no Bloco 3/05 e envolve a utilização da tecnologia AUSEA (Airborne Ultralight Spectrometer for Environmental Applications) desenvolvida pela TotalEnergies e pelo Centro Nacional Científico de Pesquisa Francês (CNRS), que permite uma detecção de alta precisão e qualificação de emissões de metano e dióxido de carbono das
instalações petrolíferas.

Com esta parceria, na qual a tecnologia AUSEA será utilizada, a Sonangol e a TotalEnergies associam-se para dar suporte à descarbonização da indústria petrolífera Angolana. Para a Sonangol, nas palavras do seu PCA, Engenheiro Gaspar Martins, “a assinatura deste acordo de cooperação mostra, acima de tudo, um compromisso das duas empresas para as futuras gerações. Com a tecnologia providenciada pela TotalEnergies, faremos o nosso melhor para assegurar que as emissões de metano e dióxido de carbono são controladas com maior precisão. Assumimos essa
responsabilidade de peito aberto com a certeza de que juntos, além deste projecto piloto, outras parcerias importantes virão”.

O Director Geral da TotalEnergies em Angola, Martin Deffontaines, sublinhou que a TotalEnergies está orgulhosa nesta assinatura, referindo que “a nossa indústria tem uma ambição colectiva em trabalhar para termos zero emissões de metano. É um dever comum para empresas internacionais e nacionais e a TotalEnergies que estar na vanguarda desta ambição propondo acções concretas. Estamos muito contentes de partilhar a nossa experiência e a nossa tecnologia altamente reconhecida com o nosso parceiro estratégico Sonangol P&P para apoiar os esforços de descarbonizar as suas operações e, juntos, contribuir para providenciar uma energia mais limpa para Angola”.

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