Porto de Luanda aborda “corrupção e infracções conexas” em conferência

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O Porto de Luanda realiza, a 5 de Outubro, uma conferência sobre ″Corrupção e Infracções Conexas”.

Segundo uma nota de imprensa da instituição, em agenda consta a abordagem e discussão de questões relacionadas com o reforço da articulação entre as instituições que se relacionam com o Porto, para aumentar a confiança dos stakeholders e a cooperação no plano nacional de combate à corrupção.

Os conferencistas vão ainda falar sobre “A Gestão de Riscos de Corrupção e Infracções Conexas na Empresa Portuária de Luanda”, “O Papel do Compliance na Prevenção de Fraudes”, “A Intervenção do Ministério Público e Repressão da Corrupção e Infracções Conexas”, “A Transparência como Factor Decisivo da Prevenção da Corrupção” e “O Papel da Auditoria Interna na Prevenção da Corrupção e Infracções Conexas”.

O evento, que contará com a participação de especialistas nacionais, decorrerá no âmbito da confirmação e reafirmação do Porto em relação aos Dez Princípios do Pacto Global das Nações Unidas (PGNU), com ênfase no combate à corrupção.

Segundo o director do Gabinete de Auditoria Interna do Porto de Luanda, Pascoal Mambo, a administração do Porto de Luanda busca, desta forma, promover o envolvimento da sua força de trabalho na prevenção, detecção e repressão da corrupção, assim como disciplinar o comportamento do trabalhador portuário, através da promoção da ética e da transparência.

O Porto de Luanda tem a sua actividade enquadrada no segmento de transporte, logística, cadeia de suprimentos e armazenamento.

É a maior plataforma logística de Angola e a principal porta de entrada e saída de mercadorias do país.

Conta com um Terminal de Carga Geral, um Terminal Polivalente, um Terminal de Contentores, uma Base de Apoio à Actividade Petrolífera, um Terminal Multiusos, um Terminal de Combustíveis e um Terminal de Passageiros que garante a ligação marítima entre Luanda, Soyo e Cabinda.

O seu modelo de gestão é o Land Lord Port, em que a operação dos terminais é controlada por entes privados, regulados e fiscalizados pela Administração Portuária, personificada pela Empresa Portuária de Luanda.

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