Filme nacional “Por Jade” escolhido para o festival de cinema na Grécia

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O filme angolano “Por Jade”, com 114 pontos, foi seccionado em quatro categorias para a final do Musses Film Award-Levadia Internacional Filme Festival, cuja gala de premiação está marcada para os dias 4, 5 e 6 de Abril, na cidade histórica de Levadia, na Grécia.

A longa metragem concorre nas categorias de Melhor Realizador, com Tadisi Nsangu Baruch, Melhor Actriz, com Marta Tomás, Melhor Direcção de Fotografia, Tekassala Bousoudia Mandombe, Melhor Design de Produção, com Walter Lourenço Paulo.

Segundo o realizador, Tadisi Nsangu Baruch, foi gratificante tomar conhecimento que o filme foi seleccionado para a fase final, reforçando que com a nomeação, o orgulho torna-se nacional, por mostrar o crescimento do cinema nacional a nível internacional.

Quanto às expectativas, o produtor contou estar em alta, porque o objectivo é conseguir levar um troféu. “Só o facto de concorrer com os grandes do cinema mundial e estar naquele palco e pisar no tapete vermelho internacional, já será uma vitória”.

Quanto ao actual estado do cinema nacional, explicou que está em bom rumo, destacando ser necessário os produtores trabalharem, afincadamente, para levar o cinema a bom porto.

Musses Film Award – Levadia Internacional Film Festival, é um festival de cinema internacional que celebra a diversidade e o talento cinematográfico de várias partes do mundo.

Realizado na cidade de Levadia, uma região com rica herança cultural e histórica, o festival reúne cineastas de todo o mundo, oferecendo uma plataforma de competição em várias categorias, como Melhor Filme, Melhor Direcção e Melhor Fotografia.

“Por Jade”, cuja produção tem o carimbo do Moca-Midia e BBC Multimédia e a distribuição da Batuque Audiovisual, foi gravado em 2022, em Luanda e Namibe.

A longa-metragem conta a história de Suzana, uma angolana que se apaixona pelo comerciante maliano Bakary, radicado em Angola. Os dois casam-se e passados três anos, Bakary é chamado pela sua tribo de origem para resolver assuntos ligados à herança da família, sendo que a angolana decide ir com o marido e levar a filha de três anos, Jade, já no Mali, Suzana acaba por descobrir que Bakary já tinha três esposas, sendo obrigada a viver na mesma residência que as outras três mulheres.

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