“Work App”: a startup que está a revolucionar a empregabilidade digital em Angola

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Concebida para impulsionar a transformação do mercado de trabalho informal, a startup tem como meta atingir 25 mil utilizadores activos e realizar cinco mil trabalhos por mês.

Criada para conectar profissionais e clientes de forma rápida, segura e transparente, a plataforma tem como missão democratizar o acesso ao trabalho formal e aumentar a empregabilidade no país, de modos a simplificar o dia a dia dos angolanos e valorizar o talento local através da tecnologia.

Segundo o fundador e CEO da plataforma, Manuel Santa Clara, a startup aposta na profissionalização do sector dos serviços, bem como na criação de oportunidades de rendimento para milhares de trabalhadores independentes, com o objectivo central de tornar-se na plataforma de referência na contratação de serviços locais a nível nacional.

“O Work (App) pode ser uma ferramenta concreta para o alargamento da base tributária e previdenciária, contribuindo para o INSS e para a Administração Geral Tributária. Ao mesmo tempo, favorece a inclusão financeira de jovens e profissionais independentes e está alinhado com a visão do Governo de Angola de criar empregos bons e sustentáveis, como preconiza o programa JOBE”, sublinhou.

A plataforma permite a contratação de serviços domésticos, técnicos e digitais directamente através da aplicação móvel, integrando um sistema de avaliação mútua entre clientes e profissionais, pagamentos digitais seguros, parcerias com instituições financeiras e de seguros, além de um sistema interno de dados e indicadores de desempenho (KPIs) que assegura controlo de qualidade e melhoria contínua do serviço.

No mercado há cerca de dois anos, a plataforma conta com mais de 500 inscritos e mais de 2.000 serviços realizados, cuja ambição futura passa em estender a mais províncias com realce a Benguela e Huíla, assim como atingir 25 mil utilizadores activos e realizar cinco mil trabalhos por mês. Com isso espera-se que a plataforma desempenhe um papel estrutural na economia ao formalizar o trabalho informal, ligando profissionais à economia digital e aproximando Angola dos padrões internacionais de plataformas de serviços.

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